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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Perseguição severa na Índia

Vamos orar por nossos irmãos na Índia.

E-mail dos missionários Bruno e Ana Flor encaminhado para a lista adorando@yahoogrupos.com.br .

Agradeco pelas oracoes de todos a favor de nossos irmaos em Cristo de Orissa, nosso estado vizinho. Mas infelizmente a situacao parece ainda estar longe de um final... como disse um dos lideres do partido fundamentalista hindu : " ...isso e apenas o comeco!"...

Ontem recebemos uma informacao de um pastor da area em que estao sofrendo perseguicao severa, que eles estao planejando dentro das proximas 24 horas MATEREM 200 PASTORES de Orissa e regiao...e uma destas regioes e a area onde estamos atuando...

Por favor irmaos continuem a orar por esta situacao, pois so podemos contar com a oracao da Igreja do Senhor...o governo indiano fecha os olhos completamente para esta situacao...tudo esta sendo gravado pela midia local...as mortes, destruicao, os espancamentos e ninguem e preso ou ao menos repreendido para parar a brutalidade...

Vídeo informativo:



Vídeo da violência contra os cristãos:

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Pastores evangélicos acusam crianças de bruxaria

Ontem (06/04/08) no culto, eu falava com Deus em meio aquele grande mover e perguntei ao Senhor: O que o Espírito diz a igreja? E ele me dizia que a tomava e fazia segundo o seu querer, então começou a me perguntar enquanto eu olhava para os irmãos: "Quem é o homem para achar como tenho que fazer? Eu faço." Me alegrei pois sabia que nunca poderiamos fazer aquilo por nós mesmos, só Ele. Eu olhava os irmãos e via como Deus estava agindo em cada vida." Então continuei ouvindo o Senhor: "Quem irá às tribos indígenas?", "Quem irá à África?", "Quem irá aos mulçumanos?", "Quem há de ir por nós?". Ao ouvir essas perguntas me vinham imagens a mente de pessoas em situações muito difíceis , e uma grende comoção tomava meu intimo.

Por mais que o evangelho chegue a algumas nações, há uma grande necessidade da restauração dos ministérios. Precisamos de "mestres" para que heresias não destruam o povo. Quem irá às nações? Quem entregará sua vida por amor a Cristo?

Tito 3, 10 Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, 11 sabendo que esse tal está pervertido e peca, estando já em si mesmo condenado.
Paulo está falando de pessoas pregando heresias, eram irmãos, lobos no meio do rebanho que estão destruindo o povo.

O que mais me aterroriza no vídeo abaixo, não é a pregação da heresia, é simplesmente o fato de não haver combate contra ela, e com isso as pessoas morrem e matam por uma fé mentirosa, inventada por um pastor satanista.

O repórter pergunta: Como tirar o feitiço da criança (suposta bruxa dita pelo pastor)? E o crente responde: "Não sabemos."
Nem sempre onde há igrejas, há o conhecimento de Jesus Cristo, do sacrifício que fez, e da liberdade que temos pelo seu sangue.

Você está pronto? Nunca estaremos, mas eu queria estar lá, no entanto estou aqui. Há alguém perto de você precisando da verdade? É aí que Deus quer te usar.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Conversões em massa de iranianos pela TV preocupam o governo

IRÃ (3º) - Na primeira sessão do parlamento iraniano após as eleições gerais, a grande expectativa é a discussão de uma lei que condenará à morte qualquer pessoa que decidir deixar a fé muçulmana e se converter a outras religiões.

A nova legislação que causa preocupação no Irã e nos demais países estrangeiros, foi proposta principalmente por causa do medo causado pelas conversões via satélite de centenas de iranianos para igrejas evangélicas.


Também houve interesse sobre o fato de que muitos jovens do Irã estão abandonando o islã por estarem cansados das muitas restrições impostas pela fé islâmica.



Convertidos podem chegar a 1 milhão


De acordo com fontes não oficiais, nos últimos cinco anos, um milhão iranianos, principalmente jovens e mulheres, abandonaram o islã e se juntaram a igrejas evangélicas.


O fenômeno pegou de surpresa até mesmo os missionários que trabalham em segredo no Irã. Um pastor evangélico e um ex-muçulmano contaram ao Adnkronos International (AKI) que as conversões são "interessantes, entusiásticas, mas muito perigosas."


“O alto número de conversões é o motivo para a decisão do governo de reprimir os cristãos com esta nova lei”, disse um pastor sob condição de anonimato.



Êxodo em massa


"Freqüentemente nós conseguimos saber de uma comunidade nova que foi formada, depois de muito tempo, dado que as pessoas recolhem-se em suas casas para orar e freqüentemente com rituais que eles inventam sem que haja um guia espiritual", ele contou ao AKI.


“Nós estamos enfrentando uma situação que é mais do que uma conversão à fé cristã", ele disse. "É um êxodo em massa do islã."


Pelo menos desde a 1979, quando houve a Revolução Islâmica no Irã, foram mortos oito cristãos por causa da fé. Sete deles foram apunhalados até morrer depois de terem sido seqüestrados, enquanto apenas um, Seyyed Hossein Soudmand, foi oficialmente condenado à morte.


O parlamento, também conhecido como o Majlis, debaterá a lei nova que foi apresentada pelo governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad. De acordo com a lei proposta, qualquer um que nascer de pais muçulmanos e decidir se converter a outra fé, enfrentará a pena de morte.


Atualmente, novos convertidos - particularmente esses que decidiram deixar a fé muçulmana pelas igrejas evangélicas - estão presos ou foram castigados e libertados após alguns anos de detenção.


Tradução: Tsuli Narimatsu

Fonte:

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Infanticídio - Crimes na floresta

Muitas tribos brasileiras ainda matam crianças – e a Funai nada faz para impedir o infanticídio

A fotografia acima foi tirada numa festa de aniversário realizada em 7 de julho em Brasília. Para comemorar os seus 12 anos, a menina Hakani pediu a sua mãe adotiva, Márcia Suzuki, que decorasse a mesa do bolo com figuras do desenho animado Happy Feet. O presente de que ela mais gostou foi um boneco de Mano, protagonista do filme. Mano é um pingüim que não sabe cantar, ao contrário de seus companheiros. Em vez de cantar, dança. Por isso, é rejeitado por seus pais. A história de Hakani também traz as marcas de uma rejeição. Nascida em 1995, na tribo dos índios suruuarrás, que vivem semi-isolados no sul do Amazonas, Hakani foi condenada à morte quando completou 2 anos, porque não se desenvolvia no mesmo ritmo das outras crianças. Escalados para ser os carrascos, seus pais prepararam o timbó, um veneno obtido a partir da maceração de um cipó. Mas, em vez de cumprirem a sentença, ingeriram eles mesmos a substância.
O duplo suicídio enfureceu a tribo, que pressionou o irmão mais velho de Hakani, Aruaji, então com 15 anos, a cumprir a tarefa. Ele atacou-a com um porrete. Quando a estava enterrando, ouviu-a chorar. Aruaji abriu a cova e retirou a irmã. Ao ver a cena, Kimaru, um dos avôs, pegou seu arco e flechou a menina entre o ombro e o peito. Tomado de remorso, o velho suruuarrá também se suicidou com timbó. A flechada, no entanto, não foi suficiente para matar a menina. Seus ferimentos foram tratados às escondidas pelo casal de missionários protestantes Márcia e Edson Suzuki, que tentavam evangelizar os suruuarrás. Eles apelaram à tribo para que deixasse Hakani viver. A menina, então, passou a dormir ao relento e comer as sobras que encontrava pelo chão. "Era tratada como um bicho", diz Márcia. Muito fraca, ela já contava 5 anos quando a tribo autorizou os missionários a levá-la para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo. Com menos de 7 quilos e 69 centímetros, Hakani tinha a compleição de um bebê de 7 meses. Os médicos descobriram que o atraso no seu desenvolvimento se devia ao hipotireoidismo, um distúrbio contornável por meio de remédios.
Márcia e Edson Suzuki conseguiram adotar a indiazinha. Graças a seu empenho, o hipotireoidismo foi controlado, mas os maus-tratos e a desnutrição deixaram seqüelas. Aos 12 anos, Hakani mede 1,20 metro, altura equivalente à de uma criança de 7 anos. Como os suruuarrás a ignoravam, só viria a aprender a falar na convivência com os brancos. Ela pronunciou as primeiras palavras aos 8 anos. Hoje, tem problemas de dicção, que tenta superar com a ajuda de uma fonoaudióloga. Um psicólogo recomendou que ela não fosse matriculada na escola enquanto não estivesse emocionalmente apta a enfrentar outras crianças. Hakani foi alfabetizada em casa pela mãe adotiva. Neste ano, o psicólogo autorizou seu ingresso na 2ª série do ensino fundamental.
A história da adoção é um capítulo à parte. Mostra como o relativismo pode ser perverso. Logo que retiraram Hakani da aldeia, os Suzuki solicitaram autorização judicial para adotá-la. O processo ficou cinco anos emperrado na Justiça do Amazonas, porque o antropólogo Marcos Farias de Almeida, do Ministério Público, deu um parecer negativo à adoção. No seu laudo, o antropólogo acusou os missionários de ameaçar a cultura suruuarrá ao impedir o assassinato de Hakani. Disse que semelhante barbaridade era "uma prática cultural repleta de significados".
Ao contrário do que acredita o antropólogo Almeida, os índios da tribo não decidem sempre da mesma forma. Em 2003, a suruuarrá Muwaji deu à luz uma menina, Iganani, com paralisia cerebral. A aldeia exigiu que ela fosse morta. Muwaji negou-se a executá-la e conseguiu que a tribo autorizasse seu tratamento em Manaus. Médicos da capital amazonense concluíram que o melhor seria encaminhar Iganani para Brasília. Antes disso, porém, foi necessário driblar a Fundação Nacional do Índio (Funai). O órgão vetou sua transferência com o argumento de que um índio isolado não poderia viver na civilização. Só voltou atrás quando o caso foi denunciado à imprensa. Agora, Iganani passa três meses por ano em Brasília. Aos 4 anos, consegue caminhar com o auxílio de um andador. Estaria melhor se a Funai permitisse que ela morasse continuamente em Brasília. Há dois anos, os suruuarrás voltaram a enfrentar uma mãe que se recusava a matar a filha hermafrodita, Tititu. A tribo consentiu que a menina fosse tratada por brancos. Em São Paulo, ela passou por uma cirurgia corretora. Sem a anomalia, Tititu foi finalmente aceita pela aldeia.

O infanticídio é comum em determinadas espécies animais. É uma forma de selecionar os mais aptos. Quando têm gêmeos, os sagüis matam um dos filhotes. Chimpanzés e gorilas abandonam as crias defeituosas. Também era uma prática recorrente em civilizações de séculos atrás. Em Esparta, cidade-estado da Grécia antiga que primava pela organização militar de sua sociedade, o infanticídio servia para eliminar aqueles meninos que não renderiam bons soldados. Um dos seus mais brilhantes generais, Leônidas entrou para a história por ter liderado a resistência heróica dos Trezentos de Esparta no desfiladeiro de Termópilas, diante do Exército persa, em 480 a.C. Segundo o historiador Heródoto, Leônidas teria sido salvo do sacrifício apesar de ter um pequeno defeito em um dos dedos da mão porque o sacerdote encarregado da triagem pressentiu o grande futuro que o bebê teria.


Entre os índios brasileiros, o infanticídio foi sendo abolido à medida que se aculturavam. Mas ele resiste, principalmente, em tribos remotas – e com o apoio de antropólogos e a tolerância da Funai. É praticado por, no mínimo, treze etnias nacionais. Um dos poucos levantamentos realizados sobre o assunto é da Fundação Nacional de Saúde. Ele contabilizou as crianças mortas entre 2004 e 2006 apenas pelos ianomâmis: foram 201. Mesmo índios mais próximos dos brancos ainda praticam o infanticídio. Os camaiurás, que vivem em Mato Grosso, adoram exibir o lado mais vistoso de sua cultura. Em 2005, a tribo recebeu dinheiro da BBC para permitir que lutadores de judô e jiu-jítsu disputassem com seus jovens guerreiros a luta huka-huka, parte integrante do ritual do Quarup, em frente às câmeras da TV inglesa. Um ano antes, porém, sem alarde, os camaiurás enterraram vivo o menino Amalé, nascido de uma mãe solteira. Ele foi desenterrado às escondidas por outra índia, que, depois de muita insistência, teve permissão dos chefes da tribo para adotá-lo.
Há três meses, o deputado Henrique Afonso (PT-AC) apresentou um projeto de lei que prevê pena de um ano e seis meses para o "homem branco" que não intervier para salvar crianças indígenas condenadas à morte. O projeto classifica a tolerância ao infanticídio como omissão de socorro e afirma que o argumento de "relativismo cultural" fere o direito à vida, garantido pela Constituição. "O Brasil condena a mutilação genital de mulheres na África, mas permite a violação dos direitos humanos nas aldeias. Aqui, só é crime infanticídio de branco", diz Afonso. Ao longo de três semanas, VEJA esperou por uma declaração da Funai sobre o projeto do deputado e as histórias que aparecem nesta reportagem. A fundação não o fez e não justificou sua omissão. Extra-oficialmente, seus antropólogos apelam para o argumento absurdo da preservação da cultura indígena. A Funai deveria ouvir a índia Débora Tan Huare, que representa 165 etnias na Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira: "Nossa cultura não é estável nem é violência corrigir o que é ruim. Violência é continuar permitindo que crianças sejam mortas".

Por: Leonardo Coutinho
Fonte: Veja


A JOCUM JÁ ESTÁ NESSA LUTA HÁ ALGUM TEMPO, CONFIRA A MATÉRIA ABAIXO PUBLICADA NO SITE DA MISSÃO EM 20/12/2005:

Congresso escuta JOCUM na questão dos Direitos Humanos indígenas

No próximo dia 14 de dezembro, membros da JOCUM estarão diante do congresso nacional para debater a questão dos direitos humanos indígenas.

No próximo dia 14 de dezembro, membros da JOCUM estarão diante do congresso nacional para debater a questão dos direitos humanos indígenas. Em uma audiência pública juntamente com a FUNAI, FUNASA e a secretaria contra preconceito e injustiça social, a JOCUM estará diante de deputados respondendo à perguntas sobre a questão do infanticídio e abandono de deficientes físicos que é recorrente nas tribos indígenas. Durante a mesma ocasião a lei que descriminaliza o aborto será votada. Não é apenas uma coincidência. A pauta é a mesma. Os índios estão se levantando no pessoa de várias entidades inclusive o CONPLEI (Conselho de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas) , para dizer que têm o direito de mudar a tradição de seu povo e preservar a vida de crianças que tradicionalmente deveriam ser mortas. Alguns deputados no entanto representando o interesse de um grupo pequeno de intelectuais tentam impor ao Brasil uma legislação favorável ao aborto que tornaria o país o portador da lei mais liberal do mundo nesta questão. O questão é obviamente uma só: o direito à vida. Índios e não-índios têm direito à vida e ninguém pode roubar deles. Crianças nascidas ou não têm valor diante de Deus, e nenhuma cultura seja ela cultura ocidental ou indígena tem o dirieto de legislar contra a vida. Por favor orem por nós, no dia 14 de dezembro, orem pelo Brazil clamando a misericórdia do Senhor sobre nossa nação!!!

Matéria no site da Jocum publicada por mailto:braulia@gmail.com em 20/12/2005 01:28:20.

O que você pensa acerca do infanticídio como cultura? Você é contra a mudança da cultura desses povos pela vida, ou não?

Deixe seu comentário aqui e vote em nossa enquête na comunidade do orkut Ministério Resgatar

Rio: templo evangélico reúne integrantes do Bope

Era uma operação no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. Acuados no beco, quatro garotos armados. Os mesmos que, minutos antes, se esgueiravam pelas vielas empinando fuzis e fugindo dos estilhaços das granadas que lançavam no Caveirão. Cabia ao experiente soldado M., 37 anos, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), o direito à primeira rajada. Calado, M. sinalizou, cedeu a vez a um colega e assistiu às mortes. (Fonte: Terra)

O testemunho ainda emociona o soldado. Passados quatro meses do episódio, ele é um dos quase 50 membros dos Caveiras de Cristo. Homens de preto, integrantes da tropa de elite da PM, evangélicos, que se reúnem todos os dias no terceiro andar da unidade para uma missão: orar. "Sempre fui sombrio, sinistro. Atirar em alguém era como pegar uma barata e pisar. Naquele dia, no Alemão, cheguei ao Bope, guardei meu armamento, tomei meu banho e fui para casa chorando. A imagem dos garotos não saía da minha cabeça. Estava incomodado. Como Deus dá vida e eu tiro a vida? Precisava mudar", conta o soldado.Os cultos dos caveiras não diferem do usual: leituras bíblicas, testemunhos, clamações de "amém" e até banda de louvor. Sentados lado a lado, os homens de preto oram, dão as mãos e profetizam dias mais calmos para a guerra urbana. "Vivemos uma luta do bem contra o mal. E o bem vai vencer. Eu me considero um soldado do Senhor. Acredito que só Jesus Cristo salva", afirma o comandante do Bope, coronel Pinheiro Neto, no culto de inauguração do espaço físico da congregação, na quarta-feira.Batizado na igreja católica e, recentemente, na condição de "aspirante" a evangélico, o oficial teve papel fundamental, dando aval para que a sala de oração fosse construída. A congregação fica num andar conhecido como Vale dos Ossos - apelidado por causa dos esqueletos das construções.É a última sala do corredor. Ao entrar, os policiais se deparam com um painel com pintura de nuvens. A obra, de um dos colegas de farda, tem a citação bíblica "Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua casa" (Atos 16:31). "Deus tem uma maneira de chamar todo mundo", relata o terceiro-sargento Valmir de Souza Silva, 33 anos.Curiosamente, o mentor da sede evangélica, o policial reformado Joaquim Thomé, 60 anos, foi reprovado no primeiro teste que fez para o Bope, em 1990. Além de ser caveira, ele sonhava em criar a congregação. Quatro anos depois, acabou transferido para a unidade. "Talvez, se tivesse sido aprovado logo, não teria me engajado tanto no evangelismo."Incursões de fé na favelaTrocar o fuzil pela Bíblia e pregar para quem, no dia-a-dia, é alvo. Empenhado no que considera uma missão de vida, o sargento Valmir dos Santos, 42 anos, acredita que é possível conciliar atividades tão complexas e diferentes. Pastor há 13 anos, ele busca nos ensinamento do Evangelho a resposta para o que parece incompatível."Na lei de Deus, você vai encontrar situações em que os servos tiveram que fazer uso de armamentos. Davi matou o gigante Golias e não foi condenado por isso. Muitas vezes, o PM é mal interpretado", explica ele, citando a passagem do livro Samuel.Para a antropóloga Elizabete Ribeiro Albernaz, 29 anos, que faz tese de mestrado sobre o Movimento Evangélico na Polícia Militar, as pregações nos cultos do Bope são pontuadas por termos que reproduzem o contexto de violência no qual estão submetidos os policiais."Confesso que fiquei espantada com o fato de eles terem esse movimento. É uma tropa que está envolvida com armamento mais pesado, cenário truculento. Nas orações, percebi que a palavra guerra é muito citada. O Evangelho acaba suprindo a carência de quem é exposto ao contexto de conflito", analisa ela, que, para pesquisa, já entrevistou 40 PMs de vários batalhões.A maioria dos Caveiras de Cristo se converteu após escapar de confrontos. Experiências fortes, que se transformaram em sinais divinos para quem viu a morte de perto."Meu encontro com Deus aconteceu há quase 10 anos. Eu e um amigo fomos verificar um informe no Morro do Turano, no Rio Comprido. Só que nos deparamos com dois caras armados. Houve confronto e o parceiro acabou atingido no peito duas vezes por tiro de ponto 30. Não sabia dos seus ferimentos e o ouvi chamar meu nome. Fui até onde ele estava e me deparei com seu corpo. Depois, conversando com uma médica, ela me disse que era impossível ele ter falado, porque morreu instantaneamente. Enxerguei aquilo como chamado de Deus", conta o cabo André Moura, 36 anos.Há sete anos no Bope, o soldado João de Carvalho, 32 anos, teve a conversão ligada a outro motivo: a vida desregrada. "Estava sem expectativa. Bebia, ia para festas, era infeliz. Quando você é tocado, pensa em um monte de besteiras, mas não quer aceitar que é Deus falando".A PM tem mais de 250 pastores e 13 mil congregados. "O Bope é uma operação de salvar vidas", comentou o presidente da União dos Evangélicos da PM do Rio (Uepmerj), pastor Liodir Barreto, durante culto na unidade.

Fonte: O Verbo

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Missiomarketologia

Missiomarketologia – Humm??? Ao longo dos meus anos, tive a oportunidade de conhecer muitos ministérios, dos quais uma grande parte tem uma abordagem “missionária”, ou seja, carregam a bandeira de levar o evangelho a outras nações. São informativos infindáveis com fotos e mais fotos da grande “obra”.Tenho percebido que existe uma apropriação indébita do termo missões, pois, muitos usam essa palavra pra alavancar seus projetos pessoais. Basta dizer que o alvo é missionário que o vale tudo começa.Decidi não me calar mais em relação a esse engodo “missionário” que na verdade suga os recursos da Igreja e gera um tipo de obreiro Fast-food.(John Dawson, 2001). Esses são obreiros que querem mudar a história de uma nação nos atos proféticos, os quais têm seu lugar no misticismo evangélico, mas não são o marco definidor de uma nação. Obreiros que vivem para escrever e promover seus projetos que em sua grande maioria não tem relevância na vida de uma comunidade. Já me deparei com cada proposta que tenho até vergonha de citá-las. Mas tudo isso tem uma fundamentação: “Missões”!!! Não suporto mais ver pessoas desafiando a igreja para as nações e ao mesmo tempo saber que geralmente essas mesmas pessoas não estão dispostas a serem resposta do seu próprio apelo. Acho isso uma crueldade com a noiva de Cristo, pois, geralmente, essas pessoas exercem influência sobre centenas de milhares de pessoas das quais, apenas algumas foram chamadas para as nações e vão se posicionar, mas outras não foram chamadas, contudo, foram constrangidas pelo apelo, e outros ainda irão se sentir culpados por não terem coragem de responder a esse clamor. Creio que nunca podemos perder o alvo missionário. A Igreja foi chamada pra levar as boas novas de Cristo a todos os povos da terra. Mas isso não deve ser feito pelo “emocionalismo”, mas sim através do preparo sistemático de obreiros que tenham sua vida aprovada na comunidade local, visto que, é na localidade que somos forjados, onde não ficamos escondidos atrás de eventos e chamados mirabolantes. Na localidade somos confrontados em nosso caráter, motivações, temores, e também, é lá que se encontra a possibilidade de nossa cura e aprovação diante de Deus.Caso você sinta um chamado missionário então é hora de aprofundar sua vida no conhecimento do Senhor, na sua palavra, nos seus estatutos. Você terá que aprender o que é servir, e servir sem esperar nada em troca. Procure seus líderes e disponha sua vida na localidade. Não tema a restrição dos homens, pois quem intentará contra a vontade soberana de Deus? E por favor, não use desse chamado para auto-promoção. Missões não é marketing, mas um desafio árduo. Isso mesmo. Não trate o assunto no romantismo apenas, mas trate com realismo, visto que esse chamado consumirá toda sua existência.Meu desejo é que a obra missionária, feita a partir do Brasil, seja sólida e abrangente e que realmente o fruto desse trabalho seja para a edificação de pessoas para a vida e para a glória Dele, somente Dele.No Senhor, que doou sua vida por Sua missão;

Gerson Freire http://www.gersonfreire.com/

Fonte: Diante do Trono

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A Colheita

“O que ajunta no verão é filho sábio, mas o que dorme na sega é filho que envergonha”. (Provérbios 10: 5)
Este versículo é simplesmente profundo e maravilhoso, pois, fala sobre o filho que na época do verão trabalha e ajunta mantimentos, agindo com entendimento, inteligência e sabedoria. O que há de tão especial em ajuntar no verão?
Qualquer agricultor sabe que no inverno ou no outono não é tempo de ajuntar. É preciso conhecer as estações, saber o tempo de ajuntar. Por exemplo, um agricultor que tem uma grande colheita e não tem onde armazenar acaba fazendo montões com o que colheu na sua fazenda, não tendo celeiro para guardar. Sabe o que vai acontecer? A chuva virá e apodrecerá todo o mantimento e durante o inverno morrerá de fome, pois não tem nada estocado.Amo o texto que Jesus diz: “Louco esta noite pedirão a tua alma e o que você tem”? Nessa passagem, Jesus conta a história de um agricultor que teve uma grande colheita, guardou tudo em seu celeiro e disse estava pronto para folgar e descansar, entretanto, o inverno da alma dele havia chegado. O agricultor de acordo com seus conhecimentos técnico da agricultura no mundo físico, porém, não teve o entendimento necessário para ajuntar no celeiro espiritual. Jesus usou o princípio da agricultura para falar de um princípio eterno. O filho sábio ajunta não só bens físicos no verão, mas também ajunta bens eternos nos celeiros do céu, pois, ele não sabe a hora que será chamado.
Não ajunteis para vos tesouros onde a traça e a ferrugem corroem mais ajunteis para vos tesouros nos céus..... Aleluia!!!!!
A segunda parte do versículo de Provérbios 10, fala sobre o filho que dorme na sega e deste se diz: “E filho que envergonha”. Que vergonha um filho que dorme, deixa passar o tempo da colheita e perde o momento! O pai deixa o filho tomando conta da seara e ele dorme, deixando o inimigo entrar e roubar a colheita. Este filho é uma vergonha para seu pai.
Este texto me assusta, pois, quantos de nós estamos dormindo na hora que deveríamos estar prontos para a colheita e deixamos que o inimigo entre, roube e destrua o fruto.
Mais uma vez preciso mencionar um ensino que Jesus deu aos seus discípulos concernentes ao joio e o trigo, usando uma parábola na qual narra a história de um agricultor que semeou trigo no seu campo, porém, enquanto os homens dormiam veio o inimigo e semeou o joio. Quando a plantação cresceu os homens se assustaram, pois, viram o joio no meio do trigo. A primeira solução que aqueles homens pensaram era arrancar a praga semeada, todavia, o dono do campo diz: “Agora não! Precisamos esperar a colheita, pois, ao arrancar o joio corremos o risco de tirar o trigo junto”. O joio só foi semeado no meio do trigo, porque aqueles que deveriam vigiar o campo dormiram, deixando uma brecha aberta para que o inimigo prejudicasse a plantação. O filho que dorme na sega é uma vergonha para o pai. Portanto, como está escrito em I Pedro 5.8: “Orai e vigiai. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando a alguém para devorar”.
Há uma grande expectativa nestes dias sobre a colheita que virá sobre a terra. Oro para que sejamos filhos abençoadores e que não durmamos na hora da ceifa.
Finalizando este texto, gostaria de mencionar algo que vem ao meu coração em quanto escrevo estas palavras. Será que o Filho, ou seja, Jesus dormiu? As escrituras narram um momento que os discípulos estavam no meio de uma tempestade e Jesus dormia tranquilamente no barco. Os discípulos apavorados o acordam dizendo: “Não se ti dá que morramos?”. Jesus se levanta e reaprende a tempestade. Aquela tempestade circunstancial não perturbou o Filho de Deus. Mas nos versículos de Mateus 9: 36 a 38, relatam que quando Jesus viu a multidão, “Ele se moveu de íntima compaixão”, se perturbou dentro de si e disse aos seus discípulos: “... A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande mais trabalhadores para a sua seara". O Filho então chama os discípulos e os envia de dois em dois para uma missão. Jesus não dormiu quando viu a seara. Ora a Deus para que não nos deixe dormir para que possamos também nos mover íntima compaixão pelos que perecem.

Pr. Judson de Oliveira.



Obs: O ministério JUDA convoca intercessores para os ajudarem em oração pelos projetos missionários, como Missão Cuba Livre, veja detalhes no site, e entre em contato pelo e-mail juliana@juda.com.br;

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Meninas são casadas à força com muçulmanos

Paquistão - As duas meninas cristãs paquistanesas que estavam desaparecidas no início do mês em Faisalabad foram casadas à força com homens muçulmanos, de acordo com certidões de casamento aparentemente falsificadas entregues às famílias delas. O documento referente à menina de 16 anos indica que o matrimônio aconteceu 12 dias antes do desaparecimento dela, e no registro da menina de 11 anos foi escrito que ela tem 18 anos. Portas Abertas

Essa notícia que nos choca acerca do quanto cristãos sofrem em outros países por amor a Jesus Cristo, e mesmo assim se mantêm firmes na sua fé, deve não só nos desafiar a vivermos uma vida de renúncia por amor a Deus, mas a nos tornarmos a cada manhã, intercessores fervorosos, para a edificação do Reino de Deus. Particularmente, e friso, particularmente me envergonho se algum sermão me chamar a ter responsabilidade e compaixão pelos perdidos, quando eu já deveria viver essa verdade em mim, pois perceber que o amor de Deus em meu coração ainda não alcançou a excelência como descrita em 1 Coríntios 13 1-13 é para mim como a dor de ser um hipócrita, destaco o verso 5b (o amor não procura os seus interesses), para os quais o Senhor dirá naquele grande dia: Apartai-vos de mim (Mateus 7, 23 "Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade").

Não basta dizer Senhor, Senhor, profetizamos em teu nome, curamos, libertamos, fizemos, evangelizamos, isso não basta, é necessário amar. E um simples ato de amar é ofertar e orar por missões, não como sendo você que estivesse lá, mas sentindo o gemido do Espírito Santo pelos seus filhos que servem no campo missionário e o gemido daqueles que perecem sem Cristo, sentir o gemido do Espírito será muito mais forte para você, do que tentar com sua alma e sentimentos dimensionar o valor, pois nada de bom temos de nós mesmos, sem ele nada podemos fazer ou sentir. Romanos 3 22-23:Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo”.

Já aprendemos esse versículo?
João 3, 16: Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Agora vamos aprender este também:
1 João 3,16: Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.

João 15, 10, 16-17: "Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda. Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros."

Permaneça no amor de Cristo, ore, busque a Deus em favor do seu próximo, se consagre, oferte, conheça a Deus e demonstre seu amor, não por obras que se vangloriam, mas por obras que reflitam para a glória de Deus.
Leia o artigo no site Portas Abertas

Graça, paz e misericórdia nos sejam multiplicadas.

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